A Neoenergia Brasília inicia um novo capítulo em sua operação no Distrito Federal. A distribuidora anunciou nesta quarta-feira (8) a troca de seu principal executivo: após cinco anos à frente da concessionária, Frederico Jacob Candian deixa a presidência da empresa, que passa a ser comandada pelo engenheiro eletricista André Santos.
A mudança ocorre em um momento em que a companhia se prepara para ampliar os investimentos na rede de distribuição de energia. Segundo a empresa, um plano de expansão, com metas até 2030, será apresentado em breve e deve direcionar as próximas ações voltadas ao crescimento do sistema elétrico do Distrito Federal.
O novo presidente chega ao cargo após construir uma carreira de mais de 25 anos no setor elétrico. Formado em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), André Santos reúne especializações em Gestão da Manutenção, Tecnologia da Informação e Gestão Empresarial. Antes da nomeação, atuava como superintendente técnico da Neoenergia Pernambuco, onde era responsável por áreas estratégicas, como operação da rede, manutenção de equipamentos, desempenho dos ativos e eficiência operacional.
Em comunicado, a distribuidora afirma que a transição representa o início de uma etapa voltada à ampliação da infraestrutura elétrica, ao fortalecimento da qualidade do fornecimento e ao suporte ao desenvolvimento econômico e urbano do Distrito Federal.
Ao mesmo tempo, a empresa faz um balanço da gestão de Frederico Candian. De acordo com a Neoenergia, durante os cinco anos em que esteve no comando da concessionária, foram aplicados mais de R$ 1,4 bilhão em obras de modernização e expansão da rede elétrica.
Na avaliação da companhia, esse volume de investimentos contribuiu para elevar os indicadores de desempenho do sistema e colocar Brasília entre as capitais brasileiras com melhor qualidade no fornecimento de energia.
Com a chegada de André Santos, a expectativa é acelerar a próxima etapa de crescimento da distribuidora. O foco será ampliar a capacidade da rede elétrica para atender à expansão da capital federal, mantendo a confiabilidade do serviço e preparando o sistema para as demandas dos próximos anos.



